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Dom Eugênio Sales e Dom Orani Tempesta apóiam o Santo Padre

abril 10, 2010


É um alento ver que multiplicam-se na Igreja no Brasil as manifestações de apoio ao Santo Padre, que vem sendo alvo de uma campanha difamatória intensa.

No jornal O GLOBO, do Rio de Janeiro, a coluna do Cardeal Dom Eugênio Sales, que é publicada aos sábados, ganhou também a assinatura de Dom Orani João Tempesta, Arcebispo desta cidade. É altamente positivo que duas gerações de bispos que servem a esta diocese unam-se exemplarmente para mostrar o aprêço que têm pelo atual Papa e que demonstrem disposição em defendê-lo dos ataques covardes visam atingi-lo pessoalmente e também à Santa Igreja.

Vale muito ler a coluna na íntegra. Destaco aqui apenas dois trechos:

“É evidente que a fidelidade da Igreja aos ensinamentos de Cristo incomoda a muitos. Sua clareza em matéria de Bioética, por exemplo, só pode inquietar a quem, em sua consciência, já sacrificou a lei divina de não matar a escusos interesses políticos ou ideológicos. Alega-se o celibato sacerdotal como uma causa de abusos sexuais, ao mesmo tempo em que se esconde o fato dos casos infinitamente mais numerosos, tão escandalosos, fora do clero.’

“Na Alemanha, segundo informações da polícia, são conhecidos 94 casos deploráveis de tais abusos cometidos por sacerdotes e religiosos nos últimos 15 anos. Na mesma época, porém, a polícia conhece 210 mil casos de não eclesiásticos, não celibatários (cf. ”Der Spiegel”, segundo “Die Tagespost” de 20 e 25/02/2010). Isto não diminui absolutamente em nada a gravidade da inominável irresponsabilidade de representantes da Igreja que praticaram tais crimes. Mas o fato do quase total silêncio da mídia a respeito do mar de perversidade que caracteriza a sociedade de hoje mostra a hipocrisia de parte dos meios de comunicação, que apontam seus holofotes exclusivamente sobre os trágicos 94 casos de eclesiásticos, silenciando, quase totalmente, tão grandes desvios que infestam a sociedade. Os casos tão numerosos de não eclesiásticos não devem ser citados para abafar, encobrir, a culpa horrenda de eclesiásticos. Mas devem ser vistos para assumirmos, dentro e fora da Igreja, de verdade, a luta sem concessões, pela proteção da infância, da juventude e dos grandes valores da humanidade. O Santo Padre repreende com toda firmeza algumas autoridades eclesiásticas que, mesmo com eventual boa intenção, de fato enfrentaram de modo errado “atos pecaminosos e criminosos de eclesiásticos” (Carta à Irlanda, n. 1).”

Que mais iniciativas como esta multipliquem-se por todo o Brasil e pelo mundo todo.

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