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Reinaldo Azevedo, arrogantemente caótico

maio 10, 2010

Reinaldo Azevedo é um dos jornalistas mais brilhantes do país, nenhuma dúvida quanto a isto. Que ele tornou-se uma referência no pensamento conservador brasileiro, é também um fato, apesar de isto só mostrar o quanto é entediante nossa cena política, em que um jornalista como Reinaldo Azevedo defende coisas as mais estapafúrdias e ainda ganha praticamente o título honorário de primeiro conservador do Brasil.

Não que haja surpresas que as coisas sejam assim, pois em um país em que 99% da população acredita mesmo que um partido como o PSDB é de direita — uma mentira inventada por petistas e encampada pela imprensa –, não podemos mesmo achar que seja novidade que Reinaldo Azevedo ganhe a faixa de capitão entre os conservadores tupiniquins.

Mas que Reinaldo Azevedo ganhe relevo entre os conservadores é coisa que pouco me interessa, pois encaro isto mais como um sintoma do que como uma fonte de mazelas. Nossos problemas são bem anteriores a isto. O que realmente me incomoda é que o jornalista, sempre que pode, tira do bolso sua carteirinha de “católico”. Como muitos outros, ele faz isto quando lhe é conveniente, ou quando em seguida virá a defesa de algo completamente estranho aos ensinamentos católicos.

É irônico que este comportamento muito o aproxima de seu principal alvo político, o presidente Lula.

Recentemente, o articulista da revista Veja, quis mostrar-se mais uma vez na crista da onda do pensamento “católico” (aspas necessárias) ao defender a adoção de crianças por duplas homossexuais. Penso mesmo que o jornalista cria tais polêmicas para manter o fluxo de leitores em seu blog, apesar de dizer o contrário.

Ciclicamente, ele arruma uma polemicazinha para manter as coisas fluindo, como quando defendeu, com direito a participação em debate da MTV (uau!!) moderado por Lobão (uuaauu!!!), o fim do celibato sacerdotal na Igreja. Talvez a qualidade dos palcos que uma pessoa se dispõe a freqüentar diga bastante do que ela pretende defender… Ironias à parte, a posição do jornalista foi completamente estraçalhada pelo blogueiro Jorge Ferraz em dois excelentes textos: “Reinaldo e o celibato – será possível, DE NOVO!?” e “Reinaldo Azevedo e os aiatolás celibatários”.

Pulando direto ao ponto da última polêmica, eis o que o caótico Reinaldo Azevedo escreveu em seu blog ao se defender dos questionamentos que lhe foram dirigidos quando de sua defesa da adoção de crianças por homossexuais:

‘Que católico é você? A Bíblia condena’


Ditas as coisas assim, lembro que a Bíblia também condenada o consumo de certos alimentos e estabelece o tamanho certo dos altares.

Acho, por exemplo, e já apanhei muito por isso também, que a Igreja Católica tem todo o direito de vetar clérigos gays se considera que isso é incompatível com o ministério. Trata-se, de fato, de uma entidade privada. Também tem todo o direito de expressar seu ponto de vista, certamente contrário ao chamado “casamento gay” ou à adoção de crianças por homossexuais. A sociedade e o estado, por meio dos Poderes democraticamente instituídos, fazem as suas escolhas, que nem sempre coincidem com princípios religiosos. “Que católico sou eu”? Um católico comum, que diverge um tanto de seu pastor e procura distinguir o que é matéria de princípio do que é contingência. A Igreja Católica, até hoje, tem reservas ao capitalismo, por exemplo, que eu não tenho. A tensão entre mudança e conservação é saudável. Satanizar a mudança como princípio é uma estupidez reacionária. Satanizar a conservadorismo como princípio é uma estupidez progressista.”

O primeiro parágrafo de sua resposta é de uma estupidez ímpar ao praticamente demonstrar seu desconhecimento do que foi o advento da encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tal estupidez não é coisa realmente estúpida, é coisa pensada por quem quer ganhar uma discussão mesmo sem ter um argumento minimamente aceitável. Mas uma tal estupidez pensada serve bem a que ele continue sustentando sua polêmica artificial.

São as próprias palavras do jornalista que mostram a quantas vai seu catolicismo o se proclamar “um católico comum, que diverge um tanto de seu pastor”. Afinal, quanto é este tanto? Mas, antes disto, ele crê mesmo ser lícito divergir de seu pastor (o Papa) em um assunto eminentemente moral? As ovelhas, as que realmente são fiéis, seguem seu pastor. Que ovelha é Reinaldo, afinal de contas?

Para termos uma idéia do quanto Reinaldo Azevedo diverge de seu pastor, eis o que declarou S. S. Bento XVI ao falar sobre os valores inegociáveis dos cristãos frente aos desafios da vida pública:

“- proteção da vida em todas as suas fases, desde o primeiro momento de sua concepção até sua morte natural;

– reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como uma união entre um homem e uma mulher baseada no matrimônio, e sua defesa ante os intentos de fazer que seja juridicamente equivalente a formas radicalmente diferentes de união que na realidade a ferem e contribuem a sua desestabilização, obscurecendo seu caráter particular e seu papel social insubstituível;

– a proteção do direito dos pais a educar seus filhos.”

Difícil o articulista argumentar que promove a estrutura natural da família ao defender a adoção de crianças por duplas homossexuais. Ele pode gastar milhares de postagens em seu blog para tentar defender suas posições, mas se ele defende um absurdo como este, é melhor deixar o catolicismo bem de fora de tudo isto, pois neste assunto em particular seu pastor vai para um lado e ele vai, balindo, para o oposto.

Mas ir em direção oposta ao verdadeiro catolicismo não é coisa nova na vida de Reinaldo Azevedo. Quando de discussões no Supremo Tribunal Federal sobre a utilização de células-tronco embrionárias para pesquisas, o jornalista pulou na frente, qual um guerreiro destemido para defender a posição da cientista Mayana Zatz, a maior defensora de tais pesquisas no Brasil. Coincidentemente ou não, ambos são articulistas da revista Veja…

Com o desdobramento das discussões, o jornalista notou que as argumentações estavam como que indicando que serviriam a uma futura defesa do aborto. Pateticamente, ele correu a escrever postagens sobre seu “erro” de avaliação, isto após ter demonizado posicionamentos de grupos pró-vida. O ridículo comportamento de Reinaldo Azevedo sobre esta questão pode ser visto em uma postagem do blog Contra o Aborto (“Veja e o aborto: os malabarismos de Reinaldo Azevedo”).

Ou seja, dos 3 pontos inegociáves, segundo as palavras do Papa, Reinaldo Azevedo fez pouco de 2 até o momento. Convenhamos, isto não é coisa da qual um católico deva se orgulhar. E é este “católico” que vai ensinar à Igreja que o celibato deve ser abolido?

Mas nada impede Reinaldo Azevedo de continuar a mostrar sua arrogância. Querendo arrumar argumentos para suas teses mais do que furadas, ele continua a tentar responder aos que lhe foram contrários.

‘Homossexualidade é escolha, é doença, é tentação…’


Os heterossexuais que sustentam que se trata de uma escolha estão afirmando que eles próprios, então, heterossexuais que são, poderiam escolher a homossexualidade. Poderiam? Eu, de fato, não creio.

Os que vêem na homossexualidade uma tentação parecem tratar o assunto mais ou menos como outras tentações viciosas a que estamos todos sujeitos: álcool, droga, jogo – curiosamente, todas elas excitantes a prazerosas enquanto vividas, mas desastrosas depois. Tal raciocínio supõe, então, que todos podem estar sujeitos à “tentação homossexual”. Não acredito nisso e, para ser franco, esta parece ser uma suposição pautada pelo medo. Relaxem os desarvorados! Nesse caso, ninguém será o que já não é.

Os que acusam a “doença”, um ponto de vista que não tem embasamento científico — de qualquer ramo das ciências, das médicas às comportamentais —, talvez imaginem formas de tratamento, não é? Nesse caso, é bem possível que tivéssemos, como civilização, sido privados de algumas das boas contribuições no terreno das artes, da filosofia e da ciência porque pessoas “doentes” estariam tentando curar o seu mal.”

Reinaldo Azevedo, em suma, acredita que o homossexualismo é um destino biológico. Faltou ao jornalista provar que existe o tal “gen gay”, coisa a qual muitos dedicam tempo de estudo e que até hoje não foi provado. Chega a ser irônico que ele mais à frente cobre embasamento científico dos que lhe são contrários enquanto ele, do alto de seu pensamento lógico que tanto gosta de se ufanar, saia-se com um “Eu, de fato, não creio”. Afinal, ele crê ou prova? Ou será que ele quer que aceitemos suas crenças enquanto cobra provas científicas de outros?

O caso é que Reinaldo Azevedo fala do homossexualismo como uma coisa impressa no próprio ser do homem. Mais uma vez, o verdadeiro catolicismo vai em direção oposta ao jornalista. Eis o que consta no Catecismo da Igreja Católica (CIC), no. 2357:

“(…) Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.”

Ou seja, fica claro que ou seguimos a Tradição Católica, o Papa, o CIC ou seguimos Reinaldo Azevedo e toda sua arrogância de “católico comum, que diverge um tanto de seu pastor”.

De tudo isto, podemos tirar que Reinaldo Azevedo, apesar de se dizer católico, falha clamorosamente em se manter coerente com a fé que professa.

O jornalista, porém, não falha apenas em se manter de acordo com os ensinamentos católicos, falha até mesmo em se manter nos padrões que ele mesmo diz ter. Isto indica que ele está mais preocupado em ganhar uma discussão com seus leitores — se é que assim podemos chamar as demonizações que ele solta livremente — do que se ater em uma serena reflexão.

Aos leitores que o alertaram que o gayzismo é uma ameaça, ele respondeu assim:

“Lamento não endossar esse ponto de vista. Muitos reagem como se o mundo vivesse uma espécie de assédio “homossexualista”, como se a heterossexualidade estivesse sendo ameaçada… Bem, eu não vejo risco nenhum! Os gays, que devem continuar  a ser algo em torno de 10% da humanidade, como sempre, são mais visíveis hoje porque vivemos tempos de afirmação da identidade, o que, em si, não é ruim. Eu luto para que os indivíduos tenham o direito de ser o que são, segundo regras de civilidade que têm como base a liberdade individual.”

Bem… Burro Reinaldo Azevedo já provou que não é; tampouco ingênuo. Por que será então que ele chuta os fatos para bem longe na ânsia de ganhar um debate contra seus moinhos imaginários?

E quem é que fala que existe algum tipo de assédio? O que se fala — e se prova — é que a militância homossexual ganha ares de imposição da vontade de uns poucos sobre a vontade da ampla maioria. A ameaça que se fala é criminalizar que um padre, por exemplo, possa dizer uma homilia sobre o quão errado é o homossexualismo. Recentemente, na Escócia e na Inglaterra, foram presos e multados 2 pregadores de rua exatamente por repetirem o que consta na Bíblia: atos homossexuais são pecaminosos.

Mas Reinaldo Azevedo não vê ameaças. “Risco nenhum”, diz ele. Então tá.

Tampouco ele deve saber que houve, nos EUA, casos de ativistas gays que interromperam Missas e até mesmo que chegaram ao absurdo de vandalizar hóstias consagradas e de pichar paredes de Igrejas. Reinaldo Azevedo, talvez, possa se dar ao luxo de viver em um mundo de faz-de-conta…

Mas é bastante surpreendente que o jornalista faça o papel ridículo de divulgar mentiras. Sim, mentiras, pois é exatamente isto que ele faz quando ajuda a divulgar a estatística fantasiosa de que 10% da população mundial são gays. De onde veio este número? Do famoso “Relatório Kinsey”, que, segundo o filósofo Olavo de Carvalho, é uma fraude do começo ao fim.

Detalhe: o filósofo é amigo de Reinaldo Azevedo. Bastava ele dar um telefonema para seu amigo para que não caísse nesta conhecida “falácia dos 10%” de gays no mundo. Mas o que ele parece querer mesmo é sair vitorioso de seu fictício debate.

Sobre esta prática, aliás, de citar números, podemos citar isto:

“Schopenhauer definiu 38 estratagemas que podem ser empregados para vencer um debate mesmo sem ter razão. Hoje em dia, há um 39º muito influente: recorrer a algum número. Coloque porcentagens em bobagens monumentais, e a maior asnice passa por verdade sagrada.”

Quem escreveu isto? O próprio Reinaldo Azevedo! Sim, ele mesmo! Ou seja, Reinaldo contradiz Reinaldo. Há um Reinaldo que abomina a utilização espúria de números distorcidos como forma de ganhar um debate, e há um outro que não vê problema algum com a prática.

E Reinaldo continua descendo a ladeira:

“A imposição do padrão de minorias, pautada pelo pensamento politicamente correto, é que é o problema. Nesse sentido, já escrevi aqui, a tal lei que criminaliza a homofobia tem aspectos autoritários — contrários à sua declarada pretensão. Mas esse é outro problema. Não vejo por que heterossexuais devam temer o “gayzismo”, como dizem alguns. Há gays que falam muita besteira, sustentando que “no fundo, todo mundo é um pouco gay porque Freud etc”??? Há, sim! Mas também há heterossexuais que falam muita bobagem.”

Curioso neste trecho é que ele aceita sem problemas o termo “homofobia” enquanto que “gayzismo” ganha aspas e o redutor “como dizem alguns”, indicando que ele quer distância do termo ou que não concorda com o mesmo. Reinaldo Azevedo, conhecido pelo ótimo estilo de seu texto e seus amplo conhecimento da gramática, ignora que o termo “homofobia” é a típica “imposição do padrão de minorias”, como ele mesmo escreveu? Ou será que ele crê mesmo que haja quem tenha medo, fobia de gays?

A má vontade com o termo gayzismo, mais um vez, seria sanada com um simples telefonema para seu amigo Olavo de Carvalho. Uma simples busca no site de seu camarada filósofo resulta em 23 textos que têm o termo “gayzismo”. É bom notar que nos textos do filósofo o termo “gayzismo” jamais ganha aspas; já “homofobia” ganha aspas na maioria das citações.

Parece mesmo que Reinaldo Azevedo deveria conversar com seu amigo Olavo de Carvalho mais vezes. Fizesse isto, ele poderia ter acesso a um trecho muito interessante de um texto em que o filósofo aborda exatamente a lei que procura criminalizar comportamentos “homofóbicos”:

“Esse é o sentido da lei, essa é a substância da proposta. Mas é proibido discuti-la. É obrigatório ater-se à escolha estereotipada entre “homofobia” e “anti-homofobia”. Homofobia, a rigor, é um sintoma psiquiátrico raríssimo. Quantas pessoas você conhece que têm horror aos homossexuais ao ponto de querer surrá-los ou matá-los pelo simples fato de serem homossexuais? Fazer da “homofobia” o centro do debate é obrigar todo mundo a chamar por esse nome pelo menos três coisas que não têm nada a ver com homofobia: a repulsa espontânea que a idéia de relações com pessoas do mesmo sexo inspira a muitos heterossexuais, repulsa que não implica nenhuma hostilidade ao homossexual enquanto pessoa e aliás é análoga à que tantos homossexuais têm pelo intercurso hetero, sem que ninguém os chame de “heterofóbicos” por isso; as objeções religiosas ao homossexualismo, que vêm junto com a proibição expressa de odiar os homossexuais; e a oposição política às ambições do grupo gay , tal como exemplificada neste mesmo artigo. Reunir tudo isso sob o nome de “homofobia” já é criminalizar a priori qualquer resistência ao desejo de poder da militância homossexualista, já é impor a lei antes de aprovada, manietando o debate por meio da intimidação e da chantagem. É embuste consciente e premeditado. A mídia nacional quase inteira é culpada disso.[Negritos meus]

A última frase cai como uma luva sob-medida feita para Reinaldo Azevedo e resume bem sua atuação.

Talvez em todo seu péssimo texto, que não passa de uma defesa inútil de suas opiniões que não se sustentam 2 segundos, sejam fundamentadas no catolicismo ou no conservadorismo, uma das poucas coisas que funciona bem é quando ele escreve que “há heterossexuais que falam muita bobagem”. Ele, em seu pensamento caótico, não poderia ter sido mais feliz nesta frase. Pena apenas que ele deva dizê-la à frente de um espelho…

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5 Comentários leave one →
  1. Carlos permalink
    maio 11, 2010 21:52

    Caro Willian Murat,
    Parabéns por desmascarar esse “ex”-comunista e agora apoiador entusiasta do marxista e abortista José Serra.
    Esse tipo teve a cara de pau de dizer que o celibato é a fonte dos escândalos de pedofilia que envolvem os padres. Como se não houvesse muito mais “pedofilia” – para não dizer homossexualismo – entre homens casados e pais de família, como pastores, professores, jornalistas…
    Ele tem que estar sempre atacando a moral católica, senão perde o salário da VEJA. E o salário da VEJA deixa ele CEGO.
    Um abraço.
    Carlos.

  2. maio 12, 2010 10:31

    Prezado Carlos:

    Reinaldo Azevedo revela-se cada vez menor e menor… Ele pode até chamar seu apoio a Serra de pragmatismo, já eu chamo de falta de princípios.

    Mas quando inventa de abordar temas nos quais a Santa Igreja é a mestra é que ele vai pior ainda. Talvez isto mostre bem o tipo de catolicismo que ele pratica.

    []’s

  3. Davis permalink
    março 23, 2011 15:45

    Meu caro, pára com isso… Reinaldo Azevedo brilhante? Só se for por má fé intelectual e por uma completa vocação para não ter senso crítico. Reinaldo Azevedo é fasscistazinho de prateleira, tal qual um produto qualquer. Basta o patrão dele tirá-lo do armário para ele fazer o jogo sujo da direita brasileira. Brilhantes, meu caro, são outras pessoas.

    • março 24, 2011 10:13

      Caríssimo, vou parar não… 🙂

      Sim, ele é brilhante quando permanece nas áreas das quais realmente possui conhecimento, a Política, a Literatura, etc. Acho-o patético quando tenta tirar onda de grande católico.

      Má-fé intelectual? Prove, meu caro… Deve ser fácil, não? Fascista? Prove também… Deve ser mais fácil ainda!

      Se ele não escreve o que vc gostaria de ver, aí a história é outra e o problema está mais contigo do que com ele, pois é bem fácil ficar soltando rótulos — fascista, etc — em vez de provar o que se está dizendo. Geralmente quem rotula é que está fugindo de argumentar.

      Pela quantidade de clichês que vc utilizou em um simples parágrafo dá bem para ver tua linha de pensamento. Faltou apenas vc dizer quem vc considera brilhante entre os jornalistas brasileiros. Posso até imaginar a lista…

      O caso é o seguinte: que tal, ao invés de ficar jogando rótulos para o alto, dizer porque ele é fascista ou lhe falta senso crítico? Da forma como vc escreveu, imagino que é coisa das mais simples, não?

      Eu fiz uma crítica a ele direcionada, pontual. Critiquei e mostrei os motivos. Que tal fazer o mesmo? Se não fizer ficará apenas claro que vc só gosta mesmo é de ficar batendo o pezinho quando não escrevem algo que seja de teu gosto.

      []’s

  4. Lutercio permalink
    dezembro 20, 2012 02:36

    Facista? hahahaha Ou as pessoas realmente não sabem o significado da palavra ou… ou.. . ou…

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